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15
mar

O compressor automotivo é de extrema importância

O compressor automotivo é de extrema importância para que o sistema de ar condicionado do automóvel funcione corretamente. Ele tem a função de aquecedor e de refrigerador.

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O compressor do sistema de ar condicionado automotivo funciona similarmente ao que existe na sua casa ou no escritório onde trabalha. Sua função é fazer o ar circular e movimentar a umidade do evaporador dentro do seu carro para um condensador fora do veículo, realizando a compressão do gás no sistema. Caso o compressor não esteja funcionando corretamente, o arrefecimento do ar condicionado não funciona, fazendo com que o sistema de ar condicionado perca sua funcionalidade.

Para quem não sabe como funciona o sistema de ar condicionado, desde que esteja funcionando, não pensa nas centenas de peças que trabalham juntamente para nos trazer conforto do ar condicionado. O compressor é das peças que é muito usada no verão, pois provê o ar frio para o automóvel.

Ele realiza exatamente o que seu nome diz: comprime o gás refrigerante e o manda para o condensador do seu carro. Esse processo todo é alimentados por correias de transmissão do motor. O gás refrigerante líquido a alta pressão, é convertido em um gás e passa por dentro de um sistema de tubos onde o calor do gás é eliminado rapidamente, realizando assim o seu arrefecimento.

O gás arrefecido depois é convertido para a forma líquida, já que ele retorna ao compressor. O gás de refrigeração é utilizado para refrigerar o ar da cabine do carro.

É difícil conseguirmos determinar o tempo de vida útil de um compressor, da mesma forma que acontece com qualquer outra peça do sistema automotivo, mas existem alguns fatores que podem nos ajudar a determinar durante quanto tempo o compressor conseguirá realizar o seu trabalho. O primeiro fator, é a idade do carro. Atualmente, os carros novos possuem sistemas de ar condicionado que podem ser considerados confiáveis, de maneira que nos primeiros anos, caso seja realizada sua manutenção preventiva, os defeitos são raros.

Mas, assim como outras partes do automóvel, à medida que a quilometragem e a idade do carro começam a aumentar, naturalmente o desgaste fará com que ao longo do ano o sistema comece a falhar e a apresentar mau funcionamento. Caso o compressor apresente problema, o sistema de ar condicionado automotivo fica totalmente comprometido, pois significa pouco ou até mesmo nenhum ar frio no sistema.
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O recomendado é seja realizada uma revisão e limpeza do compressor regularmente, mesmo que o sistema de ar condicionado esteja trabalhando normalmente. Dessa forma, prolonga seu tempo de uso e sua duração. além dele funcionar corretamente.

Uma observação importante: caso o compressor do seu veículo precise ser substituído, sempre substitua por compressores originais e com as mesmas especificações do fabricante, para que a durabilidade dele seja extensa e não lhe traga dor de cabeça.

Caso você repare que o sistema de ar condicionado do seu automóvel não está funcionando corretamente, não está gelando ou gelando pouco, indica que ele está precisando de um reparo e de uma revisão. Para consertar o sistema e saber realmente o que precisa ser trocado, procure um centro automotivo de confiança, onde os mecânicos terão as ferramentas corretas para realizar a manutenção e o conhecimento para saber exatamente o que precisar ser feito no sistema.

Dessa forma, recomendamos que não se tente mexer no sistema por conta própria, pois mais peças poderão ser danificadas, além delas serem bastante caras. Leve o automóvel para ter seu sistema de ar condicionado revisado e reparado em um centro automotivo de confiança.

28
fev

Limpar e higienizar o ar condicionado automotivo

Um cuidado muito importante quando lembramos de usar o ar condicionado do carro em dias quentes, a limpeza do sistema de ar condicionado automotivo pode ser de diferentes tipos, vamos descrever algumas informações importantes sobre a limpeza Flushing.

A limpeza completa do sistema de ar condicionado veicular, conhecida como Flushing é o procedimento que deve ser utilizado para retirar completamente o óleo, detritos e os contaminantes das paredes internas dos tubos e mangueiras do sistema de ar condicionado automotivo. Esses objetos estão presentes nesse sistema devido à deterioração dos equipamentos como o compressor e o filtro acumulador secador do ar condicionado, que são os que mais causam esse tipo de problema.

Esse tipo de limpeza do ar condicionado do automovel é necessária também em veículos mais antigos, com ineficiência no funcionamento do sistema, mesmo que, em seu funcionamento normal, estejam devidamente abastecidos de fluido refrigerante R-134a.

No sistema automotivo de refrigeração, o compressor do ar condicionado necessita de lubrificantes internos especiais para atenuar o desgaste das partes móveis das suas peças.

É importante lembrar que em veículos a quantidade deste óleo varia de 130 a 500ml. Em determinados sistemas ou condições de trabalho esse lubrificante pode ser contaminados. Dessa forma é considera-se contaminado se for exposto à umidade e limalhas oriundas do desgaste interno do compressor do sistema.

Para que seja realizada a limpeza do sistema, ou seja, retirar totalmente este lubrificante contaminado presente no ar condicionado é preciso um fluido ou um solvente capaz de misturar-se e dissolver o óleo, deixando-o menos viscoso e com alta fluidez.

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Portanto para utilizar essa limpeza com eficiencia é recomendado o fluido R-141B, que pode ser utilizado no estado líquido à temperatura ambiente, facilitando muito seu manuseio e a eficiência de limpeza.

Esse tipo de serviço requer cuidados, pois o fluido de limpeza sob alta pressão se expande e pode também baixar muito a temperatura, podendo causar algum tipo de lesão e queimaduras no corpo. Para isso o técnico deve ter experiencia e conhecimento em seu manuseio.

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24
fev

Não esfria o ar condicionado automotivo do Ford Fusion

No Salão do Automóvel de São Paulo que aconteceu recentemente, tivemos a oportunidade de ver poucas novidades em relação ao mercado automotivo, por parte da Ford. Uma das novidades apresentadas foi a linha 2015 do Fusion, que está começando a chegar agora às concessionárias. Entre as novidades que podemos ver incorporadas desde a versão inicial do Sedan, estão o cinto de segurança traseiro infláveis, item muito importante quando o assunto é segurança.

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Os espelhos retrovisores externos são rebatíveis, o ajuste do banco do passageiro é elétrico e possui seis posições e temos também o assistente de emergência, que é um recurso integrado juntamente com o sistema multimídia Sync que realiza a ligação telefônica para o SAMU assim que detecta algum acidente ocorrido.

Claro que com esses novos itens que utilizam muita tecnologia, o modelo subiu de preço. Antes o Fusion tinha como preço inicial o valor de 98.700,00 reais. Agora começa a partir de 103.000,00 a versão de motorização 2.5 litros Flex. Nesse modelo, o automóvel sai de fábrica equipado com oito air bags distribuídos pelo seu interior, frontais, cortina, joelho e laterais, com controle eletrônico de tração e estabilidade, seu sistema de ar condicionado é dual zone digital, o acendimento dos faróis é automático, câmera de ré.

Apresenta também como itens sistema de comunicação e entretenimento para os passageiros completo com tela sensível ao toque de 8 polegadas, rádio com entrada USB e auxiliar, Bluetooth, sistema de navegação e rodas de liga leve de 17 polegadas, para proporcionar mais estabilidade ao dirigir.

Ainda como novidade na linha 2015, as versões Titanium possuem bancos refrigerados e ajuste elétrico do banco do passageiro com 10 posições, para maior conforto. Essa mudança também deixou o preço da versão um pouco mais caro. Na linha 2014 o preço era em torno de 108.700,00 e, na atual é de 113.900,00.

O sistema de ar condicionado automotivo mesmo que não pareça é complexo, já que, caso não funcione adequadamente, poderá ser pelo fato de vários motivos que precisam ser examinados um a um até chegar à conclusão do que deve ser reparado. Nesse caso, o recomendado é procurar um centro automotivo especializado e realizar diagnósticos corretos, juntamente com manutenção preventiva e corretiva para que o problema seja localizado e reparado de uma vez por todas.

Caso o sistema de ar condicionado não esfrie, o filtro de ar pode estar com sujeira ou com algum entupimento. Nessa situação, é um conserto fácil e relativamente barato. Porém, a situação tende a piorar caso deixe por muito tempo o filtro entupido no sistema, já que forçará alguns componentes do sistema e pode prejudicar esses componentes.

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O ideal é efetuar a troca do filtro, pois como ele é muito frágil, qualquer pressão a mais e caso ele fique desalinhado devido ao seu manuseio, pode deixar com que algumas partículas passem por ele e perca desse jeito a sua função principal que é filtrar.

Outra causa que pode levar o sistema de ar condicionado a não gelar é algum vazamento do gás refrigerante. Esse vazamento pode acontecer devido a diversos fatores, como o fato de algumas conexões estarem frouxas e deixando escapar o gás refrigerante. Outro motivo é o fato de alguma mangueira estar ressecada e dessa maneira ficar quebradiça, permitindo vazamentos.

Algum componente do sistema de ar condicionado pode estar rompido e dessa maneira ser necessário verificar exatamente onde encontra-se esse rompimento e realizar o seu reparo.

Qualquer que seja a situação, o diagnóstico deve ser preciso e realizado em um centro automotivo especializado com técnicos mecânicos treinados e aptos para verificar corretamente o que está acontecendo, contando inclusive com equipamentos próprios para localizar corretamente esses vazamentos e oferecer subsídios para que sejam reparados seguramente e dessa maneira deixar o ar condicionado do Ford Fusion funcionando corretamente.

28
jan

Sistema de ar condicionado do Volkswagen UP!

Agora que o Volkswagen UP já está bem difundido no Brasil, tendo sido para um automóvel que está iniciando agora um grande sucesso relativo de vendas, ele logo terá um novo motor que recentemente foi testado em estradas para ter o seu comportamento analisada. Trata-se de uma versão turbinada do pequeno popular alemão, que no Salão do automóvel de São Paulo foi apresentado como o 1.0 TSI. É um automóvel que tem tudo para emplacar no Brasil e ser um sucesso.

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O novo motor deve estrear na versão esportiva do UP, chamada de GT. O 1.0 TSI será produzido e fabricado na cidade de São Carlos e possuirá injeção direta de combustível Flex, que apresentam 101 cavalos de potência entre 4.000 e 5.000 rpm e 20,5 kgfm entre 2.000 e 3.500 rpm. Muito provavelmente pelo calendário da Volkswagen o lançamento acontecerá entre os meses de julho e agosto do ano de 2015.

O Volkswagen UP 2015, recém chegado ao mercado automotivo brasileiro tem se demonstrado a grande sensação do momento. E para ajudar nisso, apresenta baixo custo de manutenção e consumo. Outro atrativo é o seguro do UP que está entre os mais baratos da sua categoria. Porém será necessária paciência já que a versão esportiva do subcompacto está a caminho do Brasil e como não existe a possibilidade de instalar outro motor no seu cofre, será equipado com o 1.0 tr~es cilindros flex com versão turbo, tendo a potência máxima de 106 cavalos. Seus testes estão a todo vapor e seu lançamento é ainda no primeiro semestre do ano de 2015. O nome do novo modelo é UP! TSI.

As pessoas que já puderam conhecer o esportivo ficaram extremamente impressionadas. Seu torque é fora de série, as rotações do motor aumentam rapidamente e ele demonstra uma força bruta. São alguma características que estão presentes no UP! convencional e que ficaram potencializadas pelo turbocompressor neste que será o primeiro 1.0 turbo bicombustível do Brasil.

É denominado UP! Turbo e apesar de apresentar um conceito esportivo que ilustra exatamente esse post, a versão de produção do UP! TSI nacional apresentará visual igual às demais versões, denominadas de take, move e BWR. Além das novidades mecânicas, o compacto recebeu reforços estruturais na sua carroceria.
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No caso do sistema de ar condicionado, para que o fluido circule corretamente pelo sistema é de primeira necessidade utilizar o compressor da malhor maneira possível e funcionando perfeitamente. É um dispositivo que está fixado por um suporte no lado do motor e liga-se a ele por um sistema de polia e correia. Uma vez que é acionado, o compressor é responsável por gerar uma difereçã de pressão no sistema aspirando e comprimindo o fluido constantemente, dessa maneira elevando sua temperatura e pressão.

Depois que acontece a compressão, o fluido ainda no estado gasoso, é direcionado através de tubulações de alumínio diretamente para o condensador que é uma espécie de trocador de calor que está localizado na dianteira do automóvel, na frente do radiador do motor. Essa posição é privilegiada e permite uma eficaz troca térmica com o ar, retirando dessa maneira o calor do fluido refrigerante e dessa maneira faz a sua temperatura baixar.

Quando o fluido sai do condensador, agora no estado líquido e ainda sob alta pressão, passa por um filtro chamado filtro secador que tem a função de reter partículas de impurezas e impede que as mesmas danifiquem outros componentes do sistema, além de absorver a umidade que encontra-se presente no fluido.

Para cuidar bem do sistema de ar condicionado do UP!, procure sempre um centro automotivo especializado com técnicos mecânicos prontos para arrumar e realizar todo o diagnóstico necessário para deixar funcionando corretamente e proporcionando bastante conforto e comodidade para os ocupantes do automóvel. Demonstra ser um sistema de ar condicionado bem cuidado e com certeza vai durar muito tempo.

28
dez

Gás refrigerante do ar condicionado do Volkswagen Up!

O Volkswagen UP! teve no início das suas vendas um começa até que tímido no mercado automotivo brasileiro mas, com o passar do tempo vai aumentando as suas vendas. Mais do que normal para um automóvel com um design totalmente novo e que preciso conquistar o seu espaço no competitivo mercado automotivo brasileiro. Tem como sonho, diga-se de passagem bastante distante, de assumir a liderança no mercado nacional mas no ranking do ano de 2014 nenhum outro popular o superou.

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Em novembro de 2014 o UP! vendeu 5.200 unidades de acordo com a Fenabrave, que lança os dados oficiais sobre automóveis no Brasil. Para uma comparação, no mesmo período o Ka hatch, também recém lançado teve 10.748 emplacamentos, mesmo tendo o seu preço inicial superior. O motor do UP! é de 1.0 litro com três cilindros e 83 cavalos de potência. Ele foi o primeiro colocado em testes nas seis categorias das oito em que participou. Nas duas medições de consumo, obteve uma inigualável façanha, ocupando o primeiro lugar em todos os pódios nas diferentes versões avaliadas.

No mercado automotivo brasileiro, o UP! está disponível com carroceria de duas ou quatro portas e é o primeiro automóvel fabricado no país a obter cinco estrelas no Latin NCAP, uma organização que avalia a segurança dos automóveis. Ele teve a melhor classificação e qualificação possíveis tanto na proteção para adulto quanto na proteção para crianças.

Para que o UP! ficasse tão seguro, alguns recursos técnicos de construção e cálculos avançados para a detecção de acidentes foram utilizados o que acabou por resultar na mais avançada e segura carroceria produzida no Brasil. Toda a estrutura da carroceria teve seu desenvolvimento feito para absorver toda a energia do impacto, já que cada parte da carroceria apresenta determinada valor de resistência e rigidez.

Para compor a estrutura da carroceria do UP!, 75 por cento do seu peso é composto de aços especiais com diferentes graus de resistência de acordo com a sua necessidade. É a aplicação do material certo no local certo, o que faz com que ele fique leve e seguro. Sendo assim, consegue-se um automóvel leve e econômico e seguro, o que muitas pessoas desejam.

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O sistema de ar condicionado do Volkswagen UP! é muito eficaz, pois gela bem o interior do seu habitáculo e é de fácil manuseio, sem maiores segredos. Uma situação que ajuda com que ele seja eficaz é o fato do interior do UP! ser pequeno, precisando de um sistema ar condicionado não tão potente para gelar o seu interior. Esse é um ponto muito positivo.

De tempos em tempos é extremamente recomendado verificar a quantidade de gás no sistema de ar condicionado. Essa carga é determinada em gramas e para cada automóvel é uma e geralmente diferente de um para outro. Para essa verificação, leve o automóvel a um centro automotivo especializado. Caso tenha algum vazamento no sistema de ar condicionado, quando ligamos ele não gela como é o normal, ficando cada vez mais fraco até deixar de gelar por completo.

Caso tenha algum vazamento pode ser nas mangueiras, que estão rachadas, ou em alguma outra peça do sistema. Nesse caso, no centro automotivo o vazamento é detectado corretamente e consertado. Depois de consertado o vazamento, é necessário realizar uma carga de gás refrigerante no sistema de ar condicionado com a gramagem correta.

Dessa maneira, caso repare que o sistema de ar condicionado Volkswagen UP! não está funcionando corretamente, parecendo estar não gelando corretamente, procure imediatamente um centro automotivo especializado com técnicos de ar condicionado treinados e prontos para resolver qualquer situação, fazendo um diagnóstico preciso a deixando o sistema funcionando corretamente e gelando da melhor maneira possível e. dessa maneira proporcionar o máximo de conforto e comodidade para os ocupantes.

28
dez

Como utilizar o sistema de ar condicionado do Fiat Siena

Podemos até não usar o ar condicionado do automóvel em uma estação mais fria e que não necessita de refrigeração, nas outras, com o calor do verão, a história é outra. Como no verão, não podemos deixar o ar condicionado de lado.

Dependendo do tempo que o ar condicionado ficou sem uso, quando for ligado, saiba que você pode ter uma surpresa e tanto, pois ele pode não funcionar da maneira adequada.

Existem alguns sinais, que podem sinalizar que algo com o ar condicionado do Fiat não está bem.
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Alguns deles são:

1 – O principal é o sistema não estar esfriando da maneira necessária e esperada;

2 – Um odor diferente do normal, muitas vezes forte e estranho. Esse odor pode ser indicativo de fungos e bactérias no sistema. A umidade facilita a proliferação desses agentes estranhos.

Alguns cuidados tomados podem ajudar a manter o sistema de ar condicionado automotivo do Fiat:

1 – Caso o seu automóvel tenha ficado sob forte sol e temperatura alta, não ligue o ar condicionado imediatamente. Caso você ligue o ar condicionado nessas condições, você pode danificar o aparelho. O recomendado é usar um pouco o veículo com as janelas abertas, para dispersar o vapor quente que estava no automóvel. Depois de o ar dentro do automóvel ficar ameno, aí que deve-se ligar o sistema de ar condicionado.

2 – Se por um lado no verão as temperaturas são altas, às vezes acontecem fortes pancadas de chuvas. Nessa situação, o sistema de ar condicionado desempenha outra função muito importante: desembaçar os vidros.

3 – Para acabar com a fumaça e trocar totalmente o ar que se instala dentro do veículo, após a utilização prolongada do aparelho, abra as janelas ou as ventarolas durante alguns minutos. Mesmo assim, desativar a função de recirculação de ar interno, juntamente com o uso do sistema de ventilação também pode trazer bons resultados.

Para que o sistema de ar condicionado do seu automóvel esteja sempre funcionando perfeitamente, leve-o regularmente a um centro automotivo especializado, que cuidará do Fiat com toda a dedicação e conhecimento técnico necessário para que ele esteja sempre funcionando perfeitamente.

28
dez

Defeitos e problemas intermitentes no ar condicionado do Fiat Siena

Existem alguns defeitos, no Fiat Siena, que acontecem intermitentemente. E esses defeitos são complicados de se arrumar, pois nem sempre acontecem quando leva-se o automóvel na oficina. Eles acontecem de maneira intermitente e geralmente não tem nenhuma relação com sintomas como temperatura, alta rotação do motor e outros.

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No caso do Fiat Siena, o defeito apresentado foi que ele às vezes morria em movimento e não pegava. Imagine a situação: você andando a 60 km por hora em uma via expressa e o carro apaga de repente. É uma situação muito desagradável. Levou-se o Siena a uma oficina para verificações e o defeito persistiu.

O que aconteceu foi: levou o mecânico junto para andar com o automóvel até acontecer o defeito. Enquanto estava numa velocidade de 60 km por hora, aconteceu. O carro parou, porém, ele logo em seguida voltou a funcionar. Continuou-se a dirigir e o automóvel parou, mas dessa vez foi de vez. Desligou e não voltou a ligar.Verificou-se com a utilização do Scanner, que o sinal de RPM estava irregular durante a partida. Isso apontou para uma falha no sensor de rotação ou em suas conexões e componentes relacionados a ele. Foi verificado com o multímetro que havia uma alteração na resistência do sensor.

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Porém, antes de substituir o sensor verificou-se que a alimentação do módulo de injeção e a continuidade dos cabos do sensor até a unidade de comando do motor. Também foi realizada a abertura do cabo do sensor procurando curtos nos fios, o que acontece muito nos automóveis da Fiat, inclusive o Siena.

Nesse caso, a solução encontrada foi a troca do sensor de RPM. Nesse caso o defeito foi resolvido. Porém, o correto, antes de qualquer troca é a análise de todo o sistema relacionado, uma vez que o sensor pode apresentar falhas por interferência de outros componentes, por sujeira, erro de montagem, maus contato e muitos outros defeitos. Inclusive um curto circuito.

Esses defeitos intermitentes podem acontecer também no sistema de ar condicionado do Fiat Siena, Nesse caso, o que deve ser feito é levar o automóvel a um centro automotivo especializado e deixá-lo por um período, para que os testes sejam feitos, detectado o problema e resolvido.

Para checar todo esse sistema e ter a certeza de que está funcionando direitinho, sem falhas e nem variações, procure um centro automotivo especializado para resolver os problemas do automóvel.

28
dez

Manutenção e instalação de direção hidráulica no Fiat Palio

De olho em aumentar a sua participação no mercado de automóveis brasileiro, a Fiat anunciou que alguns modelos dela serão equipados de direção hidráulica de fábrica como item de série. Atualmente, possuir direção em automóveis está deixando se der um item opcional de luxo para ser um item de série e que todo mundo que compra um automóvel quer.

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Os modelos da Fiat que estão vindo com direção hidráulica de série são:

1 – Siena Fire;

2 – Siena ELX;

3 – Fiat Uno Vivace;

4 – Fiat Palio.

A direção hidráulica da Fiat é muito boa e durável, sendo de fácil manutenção e com peças fáceis de encontrar e com preços acessíveis, em caso de manutenção. Essa foi uma das estratégias para a Fiat começar a aumentar a sua competitividade em relação a outros carros, como o Voyage e Gol da Volkswagen e o Prisma e Celta da Volkswagen. No caso do Palio, o principal concorrente é o Gol da Volkswagen.

Essa estratégia foi utilizada pela Fiat, que é uma montadora italiana para o Novo Palio, que logo após o lançamento do Novo Gol, passou a vir equipado com direção hidráulica. Quem ganha com toda essa concorrência é o público brasileiro, que tem cada vez mais acessórios nos carros produzidos no Brasil.

Além disso, mesmo adicionando direção hidráulica em seus automóveis, os preços dos carros foram mantidos, não tendo sido aumentado de tabela.

Agora, caso você tenha um automóvel da Fiat ou da Volkswagen e que não tenha sistema de direção hidráulica, procure um centro automotivo especializado para realizar a instalação no seu automóvel. E caso seu automóvel tenha direção hidráulica, leve em um centro automotivo especializado para realizar as manutenções preventivas e corretivas.

28
dez

Compressor do sistema de ar condicionado automotivo do Mitsubishi l200

Geralmente, os proprietários da caminhonete Mitsubishi L200 sabem que às vezes o sistema de ar condicionado não funciona direito em grandes engarrafamentos ou quando estamos dirigindo em baixa velocidade.

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No caso da L200, entre a grade dianteira e os radiadores, o espaço físico é pequeno. Dessa forma, a ventilação forçada é pouco eficaz, acontecendo somente pela hélice do motor. Dessa forma, em um engarrafamento como ela gira pouco pelo motor se encontrar em marcha lenta, a ventilação forçada para esfriar o ar que vai circular no sistema de ar condicionado não acontece de maneira eficaz.

Essa situação acontece pelo fato de não ter aquele ventilador elétrico que é controlado pela cebolinha que ao ligar compensa a falta da refrigeração forçada. Essa refrigeração acontece no momento em que o carro se encontra em movimento e o ar passa pelos radiadores de óleo, água e por fim passa no ar condicionado para fazer com que o freon se resfrie.
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Como resolver essa situação?

Essa situação pode ser resolvida, caso realize-se uma revisão no sistema elétrico do automóvel, pois com o tempo é natural que o sistema elétrico diminua sua eficácia e esteja comprometido. Nesse caso, uma revisão geral vai ajudar trocando as peças que precisam ser substituídas pelo fato de já estarem desgastadas.

Pode ser necessário substituir algum relê e talvez até aumentar a fiação para suportar uma carga elétrica maior, geralmente de no mínimo 30A.

Dependendo da carga elétrica que está girando no Mitsubishi L200, o próprio compressor não funciona da maneira adequada. Caso o compressor esteja sendo bastante forçado também pode travar e ser necessário sua substituição.

Para que o sistema seja verificado criteriosamente e por pessoas que realmente entendem do assunto, leve sua caminhonete Mitsubishi L200 em um centro automotivo especializado. Lá será feita uma revisão geral e preventiva no sistema de ar condicionado e caso seja necessária a substituição de alguma peça ou algum reparo no sistema, será feito da melhor maneira possível.

28
dez

Pé no freio

 

Engatar e trocar de marcha, frear, acelerar… Essas ações são triviais no trânsito, dominadas com mestria por qualquer motorista mais experiente, certo? Infelizmente, não é bem assim. Não importa há quantos anos você esteja atrás do volante, quem dirige está sempre sujeito a cometer algum tipo de erro e principalmente, na hora de colocar o pé no freio.

Particularidades do veículo

Antes de tudo, todo motorista deve conhecer alguns detalhes do seu veículo que podem influenciar o desempenho no momento da frenagem. É necessário ter sempre em mente o tamanho e o tipo de sistema de freio do veículo. Existem dois tipos de freios: o convencional e o ABS, e cada um demanda uma determinada técnica. Em uma situação de emergência, é comum que o motorista pise no pedal com força total. Diante dessa ação, os veículos com sistema ABS vão funcionar corretamente, já os com freios convencionais podem ter as rodas travadas, ocasionando a perda de controle do carro. Neste caso, deve-se fazer a frenagem de forma progressiva, aplicando e aliviando a pressão no pedal muitas vezes, sem pisar com tudo no freio. É muito fácil descobrir se o veículo está equipado com freios ABS: é só consultar o manual do proprietário ou verificar no painel do veículo. Ao dar a partida, uma luz se acenderá indicando a sigla ABS.

Dirigindo no dia a dia

A melhor técnica para uma condução segura é manter uma distância mínima de 20 metros do carro à sua frente. Assim, você terá espaço e tempo suficientes para agir em caso de imprevistos. Dias de chuva são os mais traiçoeiros. Chuvas leves, que param rapidamente, são as mais perigosas. Como a água não tem força para lavar o asfalto, a sujeira fica acumulada e deixa a pista muito escorregadia. Situações de curva também exigem atenção redobrada. A regra básica é frear somente quando as rodas estão retas. Caso contrário, o veículo poderá perder o equilíbrio. A maneira certa de proceder é diminuir a velocidade tirando o pé do acelerador assim que avistar a curva. Se necessária, pise levemente no freio, mas solte-o ao entrar na curva. Comece a acelerar gradativamente ao retomar a reta.

Descendo ou subindo a serra

Na descida, o veículo deve estar sempre engatado e nunca, de maneira nenhuma.  Em ponto morto. A velocidade você controla pelo freio, mas evite cargas bruscas para não superaquecer o sistema. Já na subida, aconselha-se manter uma velocidade constante para que o motor não perca força. Caso precise parar, use o freio de mão.

Buraco na pista

É comum as pessoas frearem bruscamente quando aparece uma cratera no asfalto. Essa medida não é recomendada. Ao passar pelo buraco, o freio não deve estar acionado. Caso contrário, uma pressão desnecessária será aplicada sobre as molas, podendo causar danos à suspensão e até o estouro de um pneu. Para evitar situações de susto como essa, a motorista deve sempre olhar à frente, antevendo o que está por vir. O bom senso ainda é o melhor método para evitar situações de risco