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28
jan

Sistema de ar condicionado do Volkswagen UP!

Agora que o Volkswagen UP já está bem difundido no Brasil, tendo sido para um automóvel que está iniciando agora um grande sucesso relativo de vendas, ele logo terá um novo motor que recentemente foi testado em estradas para ter o seu comportamento analisada. Trata-se de uma versão turbinada do pequeno popular alemão, que no Salão do automóvel de São Paulo foi apresentado como o 1.0 TSI. É um automóvel que tem tudo para emplacar no Brasil e ser um sucesso.

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O novo motor deve estrear na versão esportiva do UP, chamada de GT. O 1.0 TSI será produzido e fabricado na cidade de São Carlos e possuirá injeção direta de combustível Flex, que apresentam 101 cavalos de potência entre 4.000 e 5.000 rpm e 20,5 kgfm entre 2.000 e 3.500 rpm. Muito provavelmente pelo calendário da Volkswagen o lançamento acontecerá entre os meses de julho e agosto do ano de 2015.

O Volkswagen UP 2015, recém chegado ao mercado automotivo brasileiro tem se demonstrado a grande sensação do momento. E para ajudar nisso, apresenta baixo custo de manutenção e consumo. Outro atrativo é o seguro do UP que está entre os mais baratos da sua categoria. Porém será necessária paciência já que a versão esportiva do subcompacto está a caminho do Brasil e como não existe a possibilidade de instalar outro motor no seu cofre, será equipado com o 1.0 tr~es cilindros flex com versão turbo, tendo a potência máxima de 106 cavalos. Seus testes estão a todo vapor e seu lançamento é ainda no primeiro semestre do ano de 2015. O nome do novo modelo é UP! TSI.

As pessoas que já puderam conhecer o esportivo ficaram extremamente impressionadas. Seu torque é fora de série, as rotações do motor aumentam rapidamente e ele demonstra uma força bruta. São alguma características que estão presentes no UP! convencional e que ficaram potencializadas pelo turbocompressor neste que será o primeiro 1.0 turbo bicombustível do Brasil.

É denominado UP! Turbo e apesar de apresentar um conceito esportivo que ilustra exatamente esse post, a versão de produção do UP! TSI nacional apresentará visual igual às demais versões, denominadas de take, move e BWR. Além das novidades mecânicas, o compacto recebeu reforços estruturais na sua carroceria.
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No caso do sistema de ar condicionado, para que o fluido circule corretamente pelo sistema é de primeira necessidade utilizar o compressor da malhor maneira possível e funcionando perfeitamente. É um dispositivo que está fixado por um suporte no lado do motor e liga-se a ele por um sistema de polia e correia. Uma vez que é acionado, o compressor é responsável por gerar uma difereçã de pressão no sistema aspirando e comprimindo o fluido constantemente, dessa maneira elevando sua temperatura e pressão.

Depois que acontece a compressão, o fluido ainda no estado gasoso, é direcionado através de tubulações de alumínio diretamente para o condensador que é uma espécie de trocador de calor que está localizado na dianteira do automóvel, na frente do radiador do motor. Essa posição é privilegiada e permite uma eficaz troca térmica com o ar, retirando dessa maneira o calor do fluido refrigerante e dessa maneira faz a sua temperatura baixar.

Quando o fluido sai do condensador, agora no estado líquido e ainda sob alta pressão, passa por um filtro chamado filtro secador que tem a função de reter partículas de impurezas e impede que as mesmas danifiquem outros componentes do sistema, além de absorver a umidade que encontra-se presente no fluido.

Para cuidar bem do sistema de ar condicionado do UP!, procure sempre um centro automotivo especializado com técnicos mecânicos prontos para arrumar e realizar todo o diagnóstico necessário para deixar funcionando corretamente e proporcionando bastante conforto e comodidade para os ocupantes do automóvel. Demonstra ser um sistema de ar condicionado bem cuidado e com certeza vai durar muito tempo.

28
dez

Gás refrigerante do ar condicionado do Volkswagen Up!

O Volkswagen UP! teve no início das suas vendas um começa até que tímido no mercado automotivo brasileiro mas, com o passar do tempo vai aumentando as suas vendas. Mais do que normal para um automóvel com um design totalmente novo e que preciso conquistar o seu espaço no competitivo mercado automotivo brasileiro. Tem como sonho, diga-se de passagem bastante distante, de assumir a liderança no mercado nacional mas no ranking do ano de 2014 nenhum outro popular o superou.

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Em novembro de 2014 o UP! vendeu 5.200 unidades de acordo com a Fenabrave, que lança os dados oficiais sobre automóveis no Brasil. Para uma comparação, no mesmo período o Ka hatch, também recém lançado teve 10.748 emplacamentos, mesmo tendo o seu preço inicial superior. O motor do UP! é de 1.0 litro com três cilindros e 83 cavalos de potência. Ele foi o primeiro colocado em testes nas seis categorias das oito em que participou. Nas duas medições de consumo, obteve uma inigualável façanha, ocupando o primeiro lugar em todos os pódios nas diferentes versões avaliadas.

No mercado automotivo brasileiro, o UP! está disponível com carroceria de duas ou quatro portas e é o primeiro automóvel fabricado no país a obter cinco estrelas no Latin NCAP, uma organização que avalia a segurança dos automóveis. Ele teve a melhor classificação e qualificação possíveis tanto na proteção para adulto quanto na proteção para crianças.

Para que o UP! ficasse tão seguro, alguns recursos técnicos de construção e cálculos avançados para a detecção de acidentes foram utilizados o que acabou por resultar na mais avançada e segura carroceria produzida no Brasil. Toda a estrutura da carroceria teve seu desenvolvimento feito para absorver toda a energia do impacto, já que cada parte da carroceria apresenta determinada valor de resistência e rigidez.

Para compor a estrutura da carroceria do UP!, 75 por cento do seu peso é composto de aços especiais com diferentes graus de resistência de acordo com a sua necessidade. É a aplicação do material certo no local certo, o que faz com que ele fique leve e seguro. Sendo assim, consegue-se um automóvel leve e econômico e seguro, o que muitas pessoas desejam.

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O sistema de ar condicionado do Volkswagen UP! é muito eficaz, pois gela bem o interior do seu habitáculo e é de fácil manuseio, sem maiores segredos. Uma situação que ajuda com que ele seja eficaz é o fato do interior do UP! ser pequeno, precisando de um sistema ar condicionado não tão potente para gelar o seu interior. Esse é um ponto muito positivo.

De tempos em tempos é extremamente recomendado verificar a quantidade de gás no sistema de ar condicionado. Essa carga é determinada em gramas e para cada automóvel é uma e geralmente diferente de um para outro. Para essa verificação, leve o automóvel a um centro automotivo especializado. Caso tenha algum vazamento no sistema de ar condicionado, quando ligamos ele não gela como é o normal, ficando cada vez mais fraco até deixar de gelar por completo.

Caso tenha algum vazamento pode ser nas mangueiras, que estão rachadas, ou em alguma outra peça do sistema. Nesse caso, no centro automotivo o vazamento é detectado corretamente e consertado. Depois de consertado o vazamento, é necessário realizar uma carga de gás refrigerante no sistema de ar condicionado com a gramagem correta.

Dessa maneira, caso repare que o sistema de ar condicionado Volkswagen UP! não está funcionando corretamente, parecendo estar não gelando corretamente, procure imediatamente um centro automotivo especializado com técnicos de ar condicionado treinados e prontos para resolver qualquer situação, fazendo um diagnóstico preciso a deixando o sistema funcionando corretamente e gelando da melhor maneira possível e. dessa maneira proporcionar o máximo de conforto e comodidade para os ocupantes.

28
dez

Como utilizar o sistema de ar condicionado do Fiat Siena

Podemos até não usar o ar condicionado do automóvel em uma estação mais fria e que não necessita de refrigeração, nas outras, com o calor do verão, a história é outra. Como no verão, não podemos deixar o ar condicionado de lado.

Dependendo do tempo que o ar condicionado ficou sem uso, quando for ligado, saiba que você pode ter uma surpresa e tanto, pois ele pode não funcionar da maneira adequada.

Existem alguns sinais, que podem sinalizar que algo com o ar condicionado do Fiat não está bem.
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Alguns deles são:

1 – O principal é o sistema não estar esfriando da maneira necessária e esperada;

2 – Um odor diferente do normal, muitas vezes forte e estranho. Esse odor pode ser indicativo de fungos e bactérias no sistema. A umidade facilita a proliferação desses agentes estranhos.

Alguns cuidados tomados podem ajudar a manter o sistema de ar condicionado automotivo do Fiat:

1 – Caso o seu automóvel tenha ficado sob forte sol e temperatura alta, não ligue o ar condicionado imediatamente. Caso você ligue o ar condicionado nessas condições, você pode danificar o aparelho. O recomendado é usar um pouco o veículo com as janelas abertas, para dispersar o vapor quente que estava no automóvel. Depois de o ar dentro do automóvel ficar ameno, aí que deve-se ligar o sistema de ar condicionado.

2 – Se por um lado no verão as temperaturas são altas, às vezes acontecem fortes pancadas de chuvas. Nessa situação, o sistema de ar condicionado desempenha outra função muito importante: desembaçar os vidros.

3 – Para acabar com a fumaça e trocar totalmente o ar que se instala dentro do veículo, após a utilização prolongada do aparelho, abra as janelas ou as ventarolas durante alguns minutos. Mesmo assim, desativar a função de recirculação de ar interno, juntamente com o uso do sistema de ventilação também pode trazer bons resultados.

Para que o sistema de ar condicionado do seu automóvel esteja sempre funcionando perfeitamente, leve-o regularmente a um centro automotivo especializado, que cuidará do Fiat com toda a dedicação e conhecimento técnico necessário para que ele esteja sempre funcionando perfeitamente.

28
dez

Defeitos e problemas intermitentes no ar condicionado do Fiat Siena

Existem alguns defeitos, no Fiat Siena, que acontecem intermitentemente. E esses defeitos são complicados de se arrumar, pois nem sempre acontecem quando leva-se o automóvel na oficina. Eles acontecem de maneira intermitente e geralmente não tem nenhuma relação com sintomas como temperatura, alta rotação do motor e outros.

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No caso do Fiat Siena, o defeito apresentado foi que ele às vezes morria em movimento e não pegava. Imagine a situação: você andando a 60 km por hora em uma via expressa e o carro apaga de repente. É uma situação muito desagradável. Levou-se o Siena a uma oficina para verificações e o defeito persistiu.

O que aconteceu foi: levou o mecânico junto para andar com o automóvel até acontecer o defeito. Enquanto estava numa velocidade de 60 km por hora, aconteceu. O carro parou, porém, ele logo em seguida voltou a funcionar. Continuou-se a dirigir e o automóvel parou, mas dessa vez foi de vez. Desligou e não voltou a ligar.Verificou-se com a utilização do Scanner, que o sinal de RPM estava irregular durante a partida. Isso apontou para uma falha no sensor de rotação ou em suas conexões e componentes relacionados a ele. Foi verificado com o multímetro que havia uma alteração na resistência do sensor.

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Porém, antes de substituir o sensor verificou-se que a alimentação do módulo de injeção e a continuidade dos cabos do sensor até a unidade de comando do motor. Também foi realizada a abertura do cabo do sensor procurando curtos nos fios, o que acontece muito nos automóveis da Fiat, inclusive o Siena.

Nesse caso, a solução encontrada foi a troca do sensor de RPM. Nesse caso o defeito foi resolvido. Porém, o correto, antes de qualquer troca é a análise de todo o sistema relacionado, uma vez que o sensor pode apresentar falhas por interferência de outros componentes, por sujeira, erro de montagem, maus contato e muitos outros defeitos. Inclusive um curto circuito.

Esses defeitos intermitentes podem acontecer também no sistema de ar condicionado do Fiat Siena, Nesse caso, o que deve ser feito é levar o automóvel a um centro automotivo especializado e deixá-lo por um período, para que os testes sejam feitos, detectado o problema e resolvido.

Para checar todo esse sistema e ter a certeza de que está funcionando direitinho, sem falhas e nem variações, procure um centro automotivo especializado para resolver os problemas do automóvel.

28
dez

Manutenção e instalação de direção hidráulica no Fiat Palio

De olho em aumentar a sua participação no mercado de automóveis brasileiro, a Fiat anunciou que alguns modelos dela serão equipados de direção hidráulica de fábrica como item de série. Atualmente, possuir direção em automóveis está deixando se der um item opcional de luxo para ser um item de série e que todo mundo que compra um automóvel quer.

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Os modelos da Fiat que estão vindo com direção hidráulica de série são:

1 – Siena Fire;

2 – Siena ELX;

3 – Fiat Uno Vivace;

4 – Fiat Palio.

A direção hidráulica da Fiat é muito boa e durável, sendo de fácil manutenção e com peças fáceis de encontrar e com preços acessíveis, em caso de manutenção. Essa foi uma das estratégias para a Fiat começar a aumentar a sua competitividade em relação a outros carros, como o Voyage e Gol da Volkswagen e o Prisma e Celta da Volkswagen. No caso do Palio, o principal concorrente é o Gol da Volkswagen.

Essa estratégia foi utilizada pela Fiat, que é uma montadora italiana para o Novo Palio, que logo após o lançamento do Novo Gol, passou a vir equipado com direção hidráulica. Quem ganha com toda essa concorrência é o público brasileiro, que tem cada vez mais acessórios nos carros produzidos no Brasil.

Além disso, mesmo adicionando direção hidráulica em seus automóveis, os preços dos carros foram mantidos, não tendo sido aumentado de tabela.

Agora, caso você tenha um automóvel da Fiat ou da Volkswagen e que não tenha sistema de direção hidráulica, procure um centro automotivo especializado para realizar a instalação no seu automóvel. E caso seu automóvel tenha direção hidráulica, leve em um centro automotivo especializado para realizar as manutenções preventivas e corretivas.

28
dez

Compressor do sistema de ar condicionado automotivo do Mitsubishi l200

Geralmente, os proprietários da caminhonete Mitsubishi L200 sabem que às vezes o sistema de ar condicionado não funciona direito em grandes engarrafamentos ou quando estamos dirigindo em baixa velocidade.

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No caso da L200, entre a grade dianteira e os radiadores, o espaço físico é pequeno. Dessa forma, a ventilação forçada é pouco eficaz, acontecendo somente pela hélice do motor. Dessa forma, em um engarrafamento como ela gira pouco pelo motor se encontrar em marcha lenta, a ventilação forçada para esfriar o ar que vai circular no sistema de ar condicionado não acontece de maneira eficaz.

Essa situação acontece pelo fato de não ter aquele ventilador elétrico que é controlado pela cebolinha que ao ligar compensa a falta da refrigeração forçada. Essa refrigeração acontece no momento em que o carro se encontra em movimento e o ar passa pelos radiadores de óleo, água e por fim passa no ar condicionado para fazer com que o freon se resfrie.
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Como resolver essa situação?

Essa situação pode ser resolvida, caso realize-se uma revisão no sistema elétrico do automóvel, pois com o tempo é natural que o sistema elétrico diminua sua eficácia e esteja comprometido. Nesse caso, uma revisão geral vai ajudar trocando as peças que precisam ser substituídas pelo fato de já estarem desgastadas.

Pode ser necessário substituir algum relê e talvez até aumentar a fiação para suportar uma carga elétrica maior, geralmente de no mínimo 30A.

Dependendo da carga elétrica que está girando no Mitsubishi L200, o próprio compressor não funciona da maneira adequada. Caso o compressor esteja sendo bastante forçado também pode travar e ser necessário sua substituição.

Para que o sistema seja verificado criteriosamente e por pessoas que realmente entendem do assunto, leve sua caminhonete Mitsubishi L200 em um centro automotivo especializado. Lá será feita uma revisão geral e preventiva no sistema de ar condicionado e caso seja necessária a substituição de alguma peça ou algum reparo no sistema, será feito da melhor maneira possível.

28
dez

Pé no freio

 

Engatar e trocar de marcha, frear, acelerar… Essas ações são triviais no trânsito, dominadas com mestria por qualquer motorista mais experiente, certo? Infelizmente, não é bem assim. Não importa há quantos anos você esteja atrás do volante, quem dirige está sempre sujeito a cometer algum tipo de erro e principalmente, na hora de colocar o pé no freio.

Particularidades do veículo

Antes de tudo, todo motorista deve conhecer alguns detalhes do seu veículo que podem influenciar o desempenho no momento da frenagem. É necessário ter sempre em mente o tamanho e o tipo de sistema de freio do veículo. Existem dois tipos de freios: o convencional e o ABS, e cada um demanda uma determinada técnica. Em uma situação de emergência, é comum que o motorista pise no pedal com força total. Diante dessa ação, os veículos com sistema ABS vão funcionar corretamente, já os com freios convencionais podem ter as rodas travadas, ocasionando a perda de controle do carro. Neste caso, deve-se fazer a frenagem de forma progressiva, aplicando e aliviando a pressão no pedal muitas vezes, sem pisar com tudo no freio. É muito fácil descobrir se o veículo está equipado com freios ABS: é só consultar o manual do proprietário ou verificar no painel do veículo. Ao dar a partida, uma luz se acenderá indicando a sigla ABS.

Dirigindo no dia a dia

A melhor técnica para uma condução segura é manter uma distância mínima de 20 metros do carro à sua frente. Assim, você terá espaço e tempo suficientes para agir em caso de imprevistos. Dias de chuva são os mais traiçoeiros. Chuvas leves, que param rapidamente, são as mais perigosas. Como a água não tem força para lavar o asfalto, a sujeira fica acumulada e deixa a pista muito escorregadia. Situações de curva também exigem atenção redobrada. A regra básica é frear somente quando as rodas estão retas. Caso contrário, o veículo poderá perder o equilíbrio. A maneira certa de proceder é diminuir a velocidade tirando o pé do acelerador assim que avistar a curva. Se necessária, pise levemente no freio, mas solte-o ao entrar na curva. Comece a acelerar gradativamente ao retomar a reta.

Descendo ou subindo a serra

Na descida, o veículo deve estar sempre engatado e nunca, de maneira nenhuma.  Em ponto morto. A velocidade você controla pelo freio, mas evite cargas bruscas para não superaquecer o sistema. Já na subida, aconselha-se manter uma velocidade constante para que o motor não perca força. Caso precise parar, use o freio de mão.

Buraco na pista

É comum as pessoas frearem bruscamente quando aparece uma cratera no asfalto. Essa medida não é recomendada. Ao passar pelo buraco, o freio não deve estar acionado. Caso contrário, uma pressão desnecessária será aplicada sobre as molas, podendo causar danos à suspensão e até o estouro de um pneu. Para evitar situações de susto como essa, a motorista deve sempre olhar à frente, antevendo o que está por vir. O bom senso ainda é o melhor método para evitar situações de risco

28
dez

Arrase nas manobras

 

Chuva, vias esburacadas, ladeiras etc., dirigir na cidade pode ser tão emocionante quanto um rali off Road! Saiba como proceder diante de situações mais comuns.

Situação 1: Descendo uma ladeira

É importante manter a marcha engatada para garantir segurança total. Com o câmbio no ponto morto, o sistema de freio do veículo pode ficar sobrecarregado e falhar. Ao descer, deixe sempre a marcha mais alta engatada. Dessa forma, é possível reduzi-la e frear com total segurança em caso de imprevistos.

Situação 2: Subindo uma ladeira

Em vias extremamente íngremes é preciso pesar um pouco mais o pé no acelerador. Afinal, a força da gravidade puxa o veículo para trás. Para não exigir tanto do seu carro, mantenha as marchas mais baixas; como a primeira ou a segunda, engatadas. Caso seja necessário parar, vá desacelerando aos poucos, evite freadas bruscas e puxe o freio de mão. Ao dar a saída novamente, acelere suavemente ao mesmo tempo em que baixa o freio de mão.

Situação 3: ultrapassagens

A cantada de pneus é um dos erros mais clássicos dos motoristas. Quando se acelera mais que o necessário, as rodas recebem uma carga extra de força e acabam patinando. Para evitar a barulheira, o segredo é manter uma aceleração sempre gradativa; seja no momento da ultrapassagem ou em uma arrancada.

Situação 4: Baixa aderência

Ao dirigir por uma estrada de lama ou com gelo na pista é necessário ter um cuidado redobrado, pois a falta de atrito faz com que a traseira do veículo derrape com muita facilidade. Aqui, o truque é reduzir a velocidade e frear com antecedência antes de entrar nas curvas. Além disso, não realize manobras bruscas.

Situação 5:  Desviando de buracos

O truque é desacelerar o quanto antes e nunca entrar freando no obstáculo, caso contrário, pode acontecer comprometimento do eixo do veículo. Para evitar avarias na caixa de câmbio, procure passar com a embreagem acionada e a marcha engatada.

28
dez

Dirigindo na neblina

 

Situação bem comum em estradas próximas a represas e regiões serranas, exigindo atenção redobrada ao volante.

Motoristas que costumam viajar à noite ou ao amanhecer devem estar sempre preparadas para enfrentar cerração e nevoeiro ao longo do trajeto. O fenômeno, que costuma aparecer em questão de minutos, ocorre por causa do choque de temperatura, principalmente em lugares perto de represas, lagos ou mar. Dificultando muito a visibilidade. Além disso, com a pista molhada, o tempo de frenagem do veículo fica comprometido, aumentando o risco de colisão.

O que fazer?

Quando a neblina baixar é importante:

– Acender os faróis baixos ou os especiais para neblina.

– Reduzir a velocidade e aumentar a distância em relação ao veículo da frente.

– Nunca utilizar farol alto.

– Evitar ultrapassagens.

– Usar as marcações da pista ou as luzes traseiras do veículo à frente para se guiar.

Perigos do farol alto

Toda motorista já reparou que nas estradas há muitas alertas sobre o uso do farol alto em caso de nevoeiro ou cerração. O facho de luz desse tipo de iluminação é tão forte, que acaba refletindo nas gotículas do vapor do nevoeiro, voltando diretamente para os olhos da motorista. Nessa situação, fica praticamente impossível visualizar o que se encontra à frente do veículo.

Vantagens do farol de neblina

A luz é de cor branca e seu facho é mais curto e largo, iluminando melhor as laterais da estrada. A iluminação concentra-se acima dos 30 cm do solo – altura em que a neblina normalmente se forma, e tem alcance de 10 a 15 metros.

Redobrando a atenção

Antes de pegar a estrada, confira se o sistema de iluminação do veículo, lanternas, faróis e luz de freio estão funcionando corretamente e se as palhetas do limpador estão em bom estado. Vale também buscar informações sobre as condições do tempo e da estrada.

Uma vez na pista e envolvida pelo nevoeiro, evite trafegar na faixa destinada a ônibus e caminhões. Pois, em caso de colisão, os danos provocados por esses veículos são muito mais graves. Para evitar que os vidros embacem, ligue o ar condicionado automotivo ou mantenha as janelas abertas. Caso a neblina esteja muito espessa, pare o veículo em um posto de serviços e espere a situação melhorar.

28
dez

Ar condicionado automotivo do Chevrolet Trailblazer

 

Ar condicionado automotivo do Chevrolet Trailblazer

Modo automático no ar condicionado automotivo do Chevrolet Trailblazer

No modo automático do ar condicionado no Chevrolet Trailblazer todas as configurações são automaticamente selecionadas pelo sistema, exceto a temperatura e o sistema de ar condicionado traseiro.

A temperatura podem ser ajustadas apartir da pré-seleção da temperatura no comando. As funções podem ser adaptadas manualmente, entretanto, o sistema não estará mais funcionando no modo automático.

A temperatura do ar condicionado do veículo Chevrolet Trailblazer pré-selecionada é controlada automaticamente. No modo automático, a velocidade do ventilador e a distribuição de ar regulam automaticamente o fluxo de ar.

Cada alteração das configurações no ar condicionado automotivo do Chevrolet Trailblazer é indicada no Info-Display. Em alguns casos, as funções ativadas também são indicadas pelo LED no botão.

Ar condicionado automotivo do Chevrolet Trailblazer

O sistema de controle eletrônico da climatização só estará totalmente operacional quando o motor estiver funcionando. Para obter um funcionamento correto, não cubra o sensor no painel de instrumentos.

Algumas caracteristicas do Chevrolet Trailblazer

Motor/Performance do veículo Chevrolet Trailblazer

Motorização: 2.8
Alimentação Diesel common rail
Combustível Diesel
Potência (cv) 180.0
Cilindradas (cm3) 2.799
Torque (Kgf.m) 47,9
Velocidade Máxima (Km/h) 180
Tempo 0-100 (Km/h) 10.5
Consumo cidade (Km/L) 12.2
Consumo estrada (Km/L) 15.1

Dimensões do Chevrolet Trailblazer

Altura (mm) 1847
Largura (mm) 1902
Comprimento (mm) 4878
Entre-eixos (mm) 2845
Peso (kg) 2157
Tanque (L) 76.0
Porta-malas (L) 205
Ocupantes 7

Mecânica do Chevrolet Trailblazer

Câmbio Automática de 6 marchas
Tração 4×4
Direção Hidráulica
Suspensão dianteira Suspensão tipo McPherson e dianteira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal.
Suspensão traseira Suspensão tipo multibraço e traseira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal.
Freios Quatro freios à disco com dois discos ventilados.

Itens de Série do Chevrolet Trailblazer

Luzes tipo LED luzes traseiras.
Limitador de velocidade.
Conexão externa para entretenimento inclui tomada com entrada auxiliar e inclui conexão USB.
Porta traseira abertura vertical.
Bluetooth inclui telefone e inclui transmissão de música.
Portas motorista, atrás do motorista, passageiro, atrás do passageiro e abertura à frente.
Freio auxiliar em rampas.
Preparação isofix.
Distribuição eletrônica de frenagem EBD.
Controle de estabilidade.
Console parcial do suspenso.
Bússola.
Estepe em ferro e de tamanho reduzido.
Rodas dianteiras e traseiras em liga leve 18 com 7,5pol de largura Dois-tons.
Vidros elétricos na dianteira com acionamento em um só toque, vidros elétricos na traseira.
Limpador do pára-brisa com intermitência fixa.
Vidros verdes.
Vidro traseiro fixo com anti-embaçante e limpadores do pára-brisa com ciclo constante.
Retrovisores das portas do motorista e passageiro com ajuste elétrico na cor cromada e luzes indicadoras.
Retrovisor interno.
Ar condicionado com saída traseira automático.
Controle ventilação secundário no bancos traseiros e 3ª fileira de banco.
Transmissão automática com seis velocidades no assoalho e automática.
Suspensão tipo McPherson e dianteira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidais, suspensão tipo multibraço e traseira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidais.
Direção Assistida.
Volante de direção com ajuste de altura e ajuste na distância multifuncional.
3ª fileira de bancos com assento inteiriço, voltado para frente, com capacidade para dois lugares e banco dobrável ao nível do assoalho.
Banco traseiro com capacidade para três lugares, encosto assimétrico, com assento bi-partido, voltado para frente, banco dobrável ao nível do assoalho, manual e manual.
Bancos dianteiros individuais, ajustável eletricamente, com três ajustes para motorista, elétrico, elétrico e elétrico, bancos dianteiros individuais, sem ajustes para passageiro, manual e manual.
Descansa braço traseiro central.
Descansa braço dianteiro central.
Revestimento dos bancos em couro.
Cintos de segurança na 3ª fila de bancos no assento do motorista e do passageiro.
Cintos de segurança traseiros no assento do motorista, cintos de segurança traseiros no assento do passageiro, cintos de segurança traseiros tipo 3-pontos no assento central retrátil.
Cintos de seguranca no assento do motorista e do passageiro com pré-tensionador e ajuste na altura.
Com ajuste na altura nos bancos dianteiros, três apoios de cabeça com ajuste na altura nos bancos traseiros, dois apoios de cabeça na 3ª fileira de bancos.
Airbag dianteiro para motorista e passageiro.
Bagageiro.
Pintura normal.
Alarme.
Travamento central remoto e sensível à velocidade.
Pneus: dianteiros, traseiros, 265 x 60 T e 110.
Airbag de teto dianteira e traseira.
Luzes de neblina traseira.
Faróis de neblina dianteiros.
Controle dos faróis manual.
Faróis lâmpada halógena.
Acabamento de luxo com liga leve, imitação de alumínio no console central e imitação de alumínio no painel.
Computador de bordo com velocidade média, consumo médio de combustível e consumo instantâneo de combustível.
Indicador de temperatura externa.
Conta-giros.
Um hodômetro parcial.
Painel instrumentos.
Vidro degradê.
Controle eletrônico tração.
Tração parcial e 4×4 com sistema de controle de descida com seleção manual.
Capacidade de carga: banco traseiro normal – até altura dos vidros (litros): 205, banco traseiro rebatido – até o teto (litros): 1.830 e medida do fabricante.
Sensor de estacionamento traseiro e tipo sensores.
Espelho de cortesia iluminado para motorista e passageiro.
Luz no porta malas.
Luz de leitura dianteira e traseira.
Piloto automático com sensores de distância.
Imobilizador.
Pára-choques na pintado, dianteiros e traseiros.
ABS.
Quatro freios à disco com dois discos ventilados.
Acabamento cromado nos contorno das janelas laterais.
Degrau lateral.
Aerofólio na cor do veículo e no teto.
Tomada com saída 12v na área de carga, dianteira, traseira e 3ª fileira de banco.
Friso lateral na cor do veículo.
Proteção inferior da carroceria o motor motor.
Controle de áudio montado no volante.
Equipamento de som AM / FM com CD no painel CD Player com leitor de MP3.
Seis alto-falantes.
7 assentos com configuração 2+3+2.
Carroceria com cinco portas tipo SUV entre eixos intermediário.